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Título do Conciliômetro 2018 - Coluna 30

Conciliação Trabalhista

Dados Finais

Conciliômetro 2019 - Coluna 30

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28.636
 
GRANDE PORTE: 1º - TRT15          2º - TRT02          3º - TRT01          MÉDIO PORTE: 1º - TRT05          2º - TRT06          3º - TRT12          PEQUENO PORTE: 1º - TRT22          2º - TRT14          3º - TRT16         

 

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null Dissídio do transporte público de Francisco Beltrão (PR) terá nova sessão de conciliação no dia 21/8

As partes concordaram em manter as condições contratuais de trabalho determinadas pelo ACT anterior até o último dia do mês de agosto.

Foi designado para o dia 21 de agosto, às 8h30, o prosseguimento da audiência de conciliação referente ao dissídio coletivo que discute novo acordo coletivo de trabalho (ACT) para os empregados do transporte público de Francisco Beltrão, no sudoeste paranaense. Na primeira audiência, realizada nesta sexta-feira (24), as partes concordaram em manter as condições contratuais de trabalho determinadas pelo ACT anterior até o último dia do mês de agosto.

Apesar de não chegarem a um consenso na primeira sessão, tanto os trabalhadores quanto a empresa Guancino Transportes Coletivos demonstraram desde o início disposição para manter o canal de diálogo aberto. A empresa informou que a pandemia de covid-19 acentuou as dificuldades enfrentadas devido à queda no número de passageiros e à concorrência com aplicativos de transporte. Como proposta, a empregadora sugeriu uma redução salarial de 25% e compensação proporcional por meio do ticket-refeição.

Presidindo a sessão, o vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR), desembargador Célio Horst Waldraff, formulou uma proposta em nome do Juízo. Ele sugeriu às partes a manutenção das cláusulas do acordo coletivo já celebrado, como ocorreu em outros casos semelhantes no ramo do transporte público do interior do estado. Tanto a proposta da empresa Guancino quanto a formulada pelo Juízo serão analisadas pela categoria.

A audiência foi realizada remotamente, por meio da plataforma de videoconferência WebEx, homologada pelo Conselho Nacional de Justiça. A audiência também foi transmitida pelo canal do TRT no YouTube e teve cobertura pelo Twitter.

Fonte: TRT da 9ª Região (PR)