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Coordenadoria de Gestão Estratégica apresenta relatório de resultados e discute metas com representantes das unidades

 

A Coordenadoria de Gestão Estratégica do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) apresentou, na segunda Reunião de Análise da Estratégia (RAE), o Relatório de Resultados do primeiro semestre de 2018 do Plano Estratégico 2015-2020 e a Revisão do Plano Estratégico. Na ocasião, os representantes de cada unidade do CSJT tiraram dúvidas e discutiram metas com a Coordenadoria.  

A secretária-geral do CSJT, Márcia Sott, explicou que o Conselho Superior da Justiça do Trabalho completará 15 anos em 2020 e que será uma boa oportunidade para rever os processos e aprimorá-los. “Os desafios enfrentados pela Justiça do Trabalho são enormes e esse será o momento de olharmos tanto para dentro quanto para fora. Vejo isso positivamente", explicou.

Segundo o coordenador de Gestão Estratégica do Conselho, Joaquim Júnior, entre as alterações mais importantes que constam da Revisão do Plano estão a exclusão e a alteração de metas, a reavaliação do alinhamento entre os indicadores e os objetivos estratégicos e a reavaliação do alinhamento dos objetivos estratégicos com os grandes desafios do Poder Judiciário. Além disso, a revisão ainda inclui a análise do propósito e da suficiência dos indicadores e o aprimoramento do glossário e da especificação das fontes dos dados.

Metas excluídas ou alteradas

“As metas que não fazem mais parte do Plano Estratégico são: a meta 2, que trata de Índice de Desenvolvimento e Competência; a meta 12, que contempla o  Índice de Conteúdo Replicado Uniformizado e a meta 16, que cuida de Índice de Transparência das Informações”, explica o coordenador. As metas que sofreram alteração foram: a meta 7, que envolve o Índice de Mapeamento dos Processos de Trabalho; a meta 9, que prevê o Índice de Implantação do Sistema de Gerenciamento de Custos, e a meta 10,  que estabelece o Índice de Implantação do Sistema de Gestão de Pessoas.

Avaliação das metas

Ao considerar as metas atuais, Joaquim explica que é preciso contribuir para a melhoria da prestação jurisdicional e aprimorar a gestão da Justiça do Trabalho de 1º e 2º graus. Diz, ainda, que é preciso desenvolver pessoas e aprimorar a infraestrutura, bem como assegurar o alinhamento do orçamento à estratégia do CSJT, promover a melhoria contínua dos processos de trabalho, fomentar o alinhamento e a integração da Justiça do Trabalho de 1º e 2º graus e fortalecer os processos de supervisão e controle voltados à governança.

Ao encerrar a Reunião, a secretária-geral pediu a contribuição dos representantes das unidades para que 100% das informações exigidas em dispositivos legais sejam publicadas e atualizadas nos sítios eletrônicos do CSJT, a fim de que atendam às exigências do Tribunal de Contas da União.
(NV-GL)


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